quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

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Agora somos dois e nossos verdadeiros nomes são: Leonardo e Catarina.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

ah, é o Tomas.

kkkkk!
Cara, vc escreveu no meu blog?
Entrou no meu e-mail?

eu não tenho mais seu e-mail, seu telefona, nada... então escrevi aqui.

eu estava nos estados unidos, nada de floresta.
voltei pro Natal, mas nem sei pq...
talvez eu volte pra lá mês que vem, não sei.

me manda um e-mail pra gente conversar.

bjos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Não ando pensando muito no Tomas...

talvez porque esses dias estão sendo muito corridos: Mostra de Cinema, fechando projeto novo na editora e ainda por cima preparando tudo pra Balada Literária...

eu não sei qual círculo social é mais...


voltando ao Tomas.
Eu havia bolado uma coisa bacana pra falar dele.
Pra gente ir brincando de imaginar, sabe.
Pra eu ir brincando...


... essa história de superar homens é meio equivocada.
Estamos sempre desmanchando nossas falsas ilusões.
(não se trata deles)
e quem tiver medo de fazer uma coisa dessas deve ser bem "racional".


mesmo porque, eu tenho que sair espalhando isso por ai:
superar alguma coisa não tem nada a ver com o fim do sentimento.
tem a ver com... como posso explicar...
a conquista do lado negro do objeto que é sentido.
pois parece que cresce junto uma coisa que não é exatamente boa,
junto da coisa que é maravilhosamente encantadora.

Esse blog tá ficando bem estranho...
o Tomas ia adorar, rs!
ele deve tá chutando umas moitas lá no meio da Floresta Amazônica.

por que eu insisto na floresta?






segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Eu estava lendo os primeiros textos do Tomas, os do começo desse blog.
(se você nunca os leu, corre lá... são bons)
E sabe... ah, vocês não o conhecem.

Agora que voltei a lê-los sem ter aquela raiva toda, penso que eu poderia sim ter dado mais atenção pra ele. Quando o conheci ele andava com o pessoal do Bar do Netão e nunca entendi o porquê disso. Pra quem não sabe, o Bar do Netão fica na Rua Augusta e seu público é bem alternativo, cheio de gays e simpatizantes... Tomas não é alternativo e nem posso arriscar dizendo que ele é gay ou simpatizante. Ele sempre foi tão distante de todos... mesmo dos melhores amigos.
Eu nunca vou entender a amizade masculina.
Sei lá, ainda tenho muito o que entender do Tomas.

A gente nem conversou direito na primeira vez que nos vimos. Devo avisar que ele é bem bonito... tem olhos verdes e cabelo castanho escuro... é alto e tal. Mas é chato, chato pra caralho... daqueles que dá dó. Juro. Eu tentei flertar com ele mas não fui correspondida. Nós mulheres temos essa coisa: sabemos de imediato quase tudo. Pedi o isqueiro emprestado pra ele na calçada (ele estava sozinho) e não começamos nenhum papo e ele nem me olhou direito. Não me senti a vontade pra tentar nada.

Na segunda vez que nos encontramos era aniversário do Pisco e o Tomas era bem amigo dele.
Bem, sempre estavam juntos. Mas particularmente, eu não gosto muito do Pisco, não.
Foi quando nós conversamos deitados na cama, divagando sobre umas fotos que estavam no mural do Pisco. Quando ficamos sozinhos no quarto ele me beijou. Foi assim bem rápido mesmo... me assustei na hora. Por mais que pareça que não, os homens são tão frágeis... em um segundo mostram toda uma carência, uma carência de 25 anos ou mais. E no segundo seguinte (para a mulher que é esperta)  todos os segredos são revelados. Se esses poderes femininos forem percebidos, de duas uma: ele vai sair pra pegar uma cerveja ou ele encosta a cabeça no seu colo.

Gosto de imaginar o Tomas numa dessas casas de reza de uma cultura bem peculiar.
Ele sempre vai ser o cara que não pertence...
Ele vai ficar digerindo todos os 25 anos dessa coisa que chamamos existência.
Gosto também de imaginá-lo deitado numa rede... com uma mulher ao seu lado...
Quero vê-lo amando quase que divinamente.
Um dia ele me disse algo muito bonito, a coisa mais bonita que eu já ouvi alguém dizendo.
Disse: eu não estou falando de mulheres, estou falando de anjos, que tem o sexo melhor que a gente.
Achei incrível... quase chorei e quase chorei agora.

Sei de várias coisas que jamais conseguirei escrever.
Escrevo agora que o Tomas e eu...
Não vou escrever, não.
É, eu sei.






sexta-feira, 23 de setembro de 2011

pera aí

Pode parecer que eu ainda o amo.
Mas não.
Acho que nunca amei na verdade...
Era só aquela curiosodade, sabe.

Bem, vim aqui só dizer isso.

sábado, 3 de setembro de 2011

agora sou eu.


Bem, achei que eu precisava voltar.
Voltei por um motivo só meu... agora esse blog é sobre eu falando de você.
Sobre Tomas W.
Quero esclarecer que não entrei mais no e-mail dele. Além de estar abandonado por um tempo (apenas e-mails de promoção do Submarino, Casas Bahia, Catho, ...) e não conter nenhuma informação da onde ele estava, achei que era muita invasão. Ainda mais pra mim, que não costumo praticar esse tipo de atividade. Vocês não me conhecem então preciso dizer que eu não tenho curiosidade alguma na vida das outras pessoas.
Prefiro ficar, então, imaginando o que pode estar acontecendo com ele agora.
Sei que era difícil ser ele... vocês conseguem imaginar? Na verdade ele era escroto... e parece que vai ficar até a morte brigando com o mundo, no mesmo lugar, sem ceder às infelicidades da vida... a vida, que é tão maior que nós. Eu sabia que com ele eu não poderia ter nenhum tipo de relacionamento saudável. O que teriamos era uma namorada tensa e preocupada e um namorado confuso e preguiçoso.
Desculpa, não consigo.
Ele não foi pra Bolívia... talvez esse possa ser o destino final, mas até chegar lá ele vai penar em cada esquina, se perguntando e sofrendo porque nada foi como ele havia pensado. Ele pode se perder na Floresta Amazônica e achar que é ali o lugar que ele sempre deveria ter estado... claro, ele anda tão desarmado que ninguém vai querer destruí-lo. Tão desarmado e descrente que não precisará explicar a filosofia do povoado que vivia, será melhor aprender tudo novo e deixar esquecido através de longos anos quem ele realmente é. Se as mudanças eram demais pra suportar, então é mais inteligente deixar tudo de lado e abraçar algo que é totalmente diferente de tudo que ele acreditava.
Mal sabe ele que... vamos deixar ele fazer o que quiser.
Ou então ele não enfrente isso como uma fuga. Nem como uma busca. Mas como uma diversão, apenas como uma experiência de vida da vida que tem pressa de conhecer tudo sem se preocupar com o que está construindo. Sem se dar conta que existe sim uma pessoa que vive e que mora dentro do corpo dele... e que essa pessoa não tem fome de experiências apressadas, mas de vivências condizentes com o fio de vida emaranhada dentro deles.
Na maior parte do tempo eu encaro o Tomas assim. Parece que ele briga com ele a vida toda, ele não entra em acordo... não se conhece... não está disposto a conhecer... quer ser uma pessoa que ele não é... Na minha cabeça é justamente o contrário: a gente passa a vida toda tentando entender quem é essa pessoa que vive dentro da gente, não apenas ficar brigando. A partir dai a gente vai se moldando: destruindo ilusões, manias e conceitos para que assim viva de verdade. O Tomas pula essa parte de se conhecer.
Tomas está querendo ir pra Bolívia.
Por que diabos ele escolheu Bolívia?
No meio do caminho ele vai descobrir que o destino dele é a Vila Mariana.